domingo, 20 de setembro de 2009


Salgueiro Chorão


"Salgueiro chorão com lágrimas escorrendo Por que você chora e fica gemendo? Será por que ele lhe deixou um dia? Será por que ficar aqui não mais podia?Em seus galhos ele se balançavaE ainda espera a alegria que aquele balançar lhe dava? Em sua sombra abrigo ele encontrou Imagina que seu sorriso jamais se apagou Salgueiro chorão, pare de chorar Há algo que poderá lhe consolar Acha que a morte para sempre os separou? Mas em seu coração para sempre ficou"


***Do Filme Meu Primeiro Amor, único post não original do blog, mas que não poderia deixar de fora pois toca meu coração muito profundamente***

Sensibilidade



Sensibilidade, o que aconteceu com você? Quando você se perdeu no mundo? Não lembro a última vez que ganhei um carinho só por ganhar, sem segundas intenções. Não lembro a última vez que alguém olhou nos meus olhos e perguntou o motivo de eu estar chorando, por realmente estar preocupado e não por querer saber “as últimas”. Quando o mundo ficou frio? Quando as pessoas deixaram de se preocupar umas com as outras? Não é a primeira vez que vejo essas perguntas, não é a primeira vez que me faço essas perguntas, mas ao pensar sobre isso, algo me ocorreu, estas perguntas estão corretas? Ou a pergunta certa seria: alguém, algum dia, se preocupou?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Sucesso!!!


O que torna uma pessoa bem sucedida? Para alguns o fato de ter uma carreira promissora, ter dinheiro e ser visto como uma pessoa de negócios é a resposta, para outros, ter amigos e fazer a diferença na vida de alguém. Mas qual a resposta para essa questão? Em ambos os casos existe a "eternidade", a lembrança que se deixa no próximo, seja como um grande empreendedor, seja como um grande ser. Talvez ser bem sucedido seja isso, deixar uma sementinha no mundo, ser lembrado com carinho pelas próximas gerações, não importando o caminho, mas sim o resultado.


Ana Claudia F. Marinho

sábado, 29 de novembro de 2008



"Existem coisa que o dinheiro não compra, para todas as outras existe mastercad"

Até onde vai o poder do dinheiro? Vivemos em um mundo capitalista, onde as pessoas preferem sofrer de depressão em Paris a ser pobre e feliz. Eu cresci nesse mundo capitalista, minha cabeça diz que é muito melhor chorar vestindo Prada, mas meu coração não usa roupas, ele não se importa com grifes. A quem dar ouvidos então? Razão ou Coração?
Pensando com o cérebro, quero uma vida de luxo, quero ir a jantares, fazer compras, gastar horrores no salão de beleza. Mas e meu coração? Acho que ele só quer ser amado e amar, afinal, ele não precisa comer...
Mas e eu??? Como eu fico? Será que é possível ter tudo? Glamour e paixão! A vida não seria perfeita nesses termos? Sem necessidade de escolhas, apenas viver a vida, no melhor estilo e com o coração cheio.


Ana Claudia F. Marinho

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Super Princesas

É difícil encontrar alguma mulher que não tenha crescido ouvindo histórias de contos de fadas e que não tenha passado boa parte de sua infância (e quem sabe de sua vida) fantasiando sobre isso. Desde de sempre aprendemos a ser meninas princesas, mulheres delicadas, femininas, meigas... Isto é... Aprendíamos... Hoje continuamos ouvindo contos de fadas (ocasionalmente), só que mais do que seres delicados aprendemos a ser super mulheres, fortes, trabalhadoras, pró-ativas, femininas, etc, etc, etc.
Onde está a Terra da Fantasia? Quando o mundou se voltou contra as pessoas do sexo feminino e disse:_"hei, você é forte, consegue parir uma melância, você agora é o novo 'cherife'". Ninguém me perguntou se eu queria ser uma super heroína, se eu queria combater o terrível ócio feminino baseado em bordados e conversas fúteis... Apenas me jogaram afazeres, trabalho, estudo, responsabilidade. O engraçado é que eu gostaria que me jogassem o conto de fadas, mas não, disso eu tenho que correr atrás. Apenas inverteram a ordem das coisas, antigamente as mulheres tinham contos de fadas e corriam atrás de empregos e responsabilidades, hoje, temos a vida profissional, mas apenas poucas super mulheres conseguem encontrar o amor. Sinceramente, é mais fácil achar trabalho...

Ana Claudia F. Marinho